{"id":404,"date":"2022-11-26T16:05:26","date_gmt":"2022-11-26T16:05:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/veduta16\/?page_id=404"},"modified":"2022-12-12T08:19:28","modified_gmt":"2022-12-12T08:19:28","slug":"editorial-16","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/editorial-16\/","title":{"rendered":"Editorial"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"p1\">Uma Casa \u00e9 um lugar para habitar<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"p1\">Esta Casa \u00e9 feita de paredes, telhados, janelas e portas.<\/p>\n<p class=\"p1\">Tem salas, cozinha e p\u00e1tio.<\/p>\n<p class=\"p1\">S\u00f3 falta o quarto. Porque at\u00e9 cama e enxoval j\u00e1 tem.<\/p>\n<p class=\"p1\">Tal como as outras casas, esta \u00e9 tamb\u00e9m recheada de objetos, de fotografias, de documentos, de filmes, de cheiros e de sons. E mem\u00f3rias. Muitas. De hist\u00f3rias e saberes que passaram de p\u00e9 em p\u00e9, de m\u00e3o em m\u00e3o, do nariz para a cabe\u00e7a, dos olhos para o cora\u00e7\u00e3o, ou da boca para o ouvido.<\/p>\n<p class=\"p1\">Um lugar que se dedica a essas hist\u00f3rias, expondo conte\u00fados que contribuam para um melhor conhecimento da cultura e territ\u00f3rio de Guimar\u00e3es e das suas pessoas.<\/p>\n<p class=\"p1\">A Casa da Mem\u00f3ria \u00e9 um centro de interpreta\u00e7\u00e3o e conhecimento.<\/p>\n<p class=\"p1\">Um s\u00edtio onde se fala de mem\u00f3ria, do tempo, de perguntas e de pessoas.<\/p>\n<p class=\"p1\">E \u00e9 com pessoas que trabalhamos para habitar esta Casa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"p1\">A Edi\u00e7\u00e3o 16 da <i>Veduta<\/i> dedica-se a olhar o arco temporal de meados de 2020 a final de 2022 de programa\u00e7\u00e3o da Casa da Mem\u00f3ria de Guimar\u00e3es. Uma programa\u00e7\u00e3o feita a partir da unidade de pensamento de Educa\u00e7\u00e3o e Media\u00e7\u00e3o Cultural (EMC), voltada para a concretiza\u00e7\u00e3o da vontade de aproximar a Casa da Mem\u00f3ria \u00e0s pessoas de Guimar\u00e3es.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Esse caminho at\u00e9 \u00e0 comunidade faz-se pelo territ\u00f3rio. Faz-se percorrendo avenidas, ruas, vielas e campos. A bater \u00e0s portas de casas, de escolas, de oficinas, de f\u00e1bricas e de lojas.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">O plano de viagem desenrolou-se entre<b> projetos de arquivo com o territ\u00f3rio <\/b>(como <a href=\"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/o-colecionador-de-sons\/\"><span class=\"s1\"><i>O Colecionador de Sons<\/i> <\/span><\/a>e <a href=\"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/entardecer-com-contos\/\"><span class=\"s1\"><i>Entardecer com Contos<\/i><\/span><\/a>), <b>projetos com a vizinhan\u00e7a <\/b>(como <a href=\"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/catalogo-poetico\/\"><span class=\"s1\"><i>Cat\u00e1logo Po\u00e9tico de Produtos \u201c\u00danicos\u201d do Com\u00e9rcio Tradicional de Guimar\u00e3es<\/i><\/span><\/a> e <i>Selva Coragem<\/i>), <b>projetos<\/b> <b>com a comunidade <\/b>(como <a href=\"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/velha-infancia\/\"><span class=\"s1\"><i>Velha Inf\u00e2ncia<\/i><\/span><\/a>, <span class=\"s1\"><i>Dar Corda \u00e0 Casa<\/i>, <i>Dar Rufo \u00e0 Casa<\/i><\/span> e <i>As can\u00e7\u00f5es que cantamos contra os muros que limpamos<\/i>), um <b>projeto art\u00edstico de interpreta\u00e7\u00e3o patrimonial<\/b> de continuidade (<a href=\"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/pergunta-ao-tempo\/\"><span class=\"s1\"><i>Pergunta ao Tempo<\/i><\/span><\/a>), uma <b>investiga\u00e7\u00e3o<\/b> (artigo sobre <i>Pergunta ao Tempo<\/i>) e uma <b>edi\u00e7\u00e3o<\/b> (<i>Seiva<\/i>); a par e passo com programa\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos (<i>Vamos Comprar um Poeta<\/i>), visitas especiais e oficinas criativas (<i>\u00c0 Lupa<\/i>,<i> Domingos na Casa<\/i>); e dan\u00e7a, m\u00fasica e teatro em festas que celebram a passagem do tempo (Anivers\u00e1rios da Casa da Mem\u00f3ria).<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Pelo sentir de artistas convidad_s com as pessoas da comunidade de Guimar\u00e3es criaram-se: arquivos sonoros e m\u00fasica; instala\u00e7\u00f5es expositivas de mem\u00f3rias e performances; sess\u00f5es de narra\u00e7\u00e3o oral tradicional; percursos e ilustra\u00e7\u00f5es de lugares e produtos \u00fanicos; uma bioinstala\u00e7\u00e3o; um coro de vozes e hist\u00f3rias no feminino; tocatas de instrumentos com hist\u00f3ria no territ\u00f3rio; e cont\u00ednuas transforma\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o expositivo da Casa da Mem\u00f3ria pela m\u00e3o das crian\u00e7as.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">Nesta edi\u00e7\u00e3o da <i>Veduta<\/i> d\u00e1-se destaque a algumas destas propostas art\u00edsticas.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">Programando projetos que cumpram a fun\u00e7\u00e3o de arquivo e tamb\u00e9m de ausculta\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas, a Casa da Mem\u00f3ria criou o projeto <b>O Colecionador de Sons (2020)<\/b>, com Arca de Sons \u2013 Daniel Pereira Cristo. Um projeto que, num ano em que se arredaram as pessoas dos espa\u00e7os de lazer, percorreu o territ\u00f3rio de Guimar\u00e3es, fazendo caminhos de encontro, para o recolher de sons, cantigas, dizeres e paisagens sonoras, naturais, citadinas, artesanais ou industriais.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">O acervo sonoro recolhido, ficou dispon\u00edvel para consulta no Reposit\u00f3rio. E, a este, mais tarde, numa altura que j\u00e1 pod\u00edamos melhor estar junt_s, somou-se uma est\u00f3ria, uma cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica de m\u00fasica eletr\u00f3nica contempor\u00e2nea, apresentada \u00e0 comunidade.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Com <b>Velha Inf\u00e2ncia (2021)<\/b>, de Vera Alvelos, a exposi\u00e7\u00e3o da Casa da Mem\u00f3ria foi ampliada para passar tamb\u00e9m a ocupar o exterior, como que despontando ra\u00edzes para o P\u00e1tio. Tamb\u00e9m num momento em que as pessoas tiveram de estar afastadas umas das outras, Velha Inf\u00e2ncia veio a revelar-se como o reflexo da urg\u00eancia de projetos de arte participativa. Projetos em que a comunidade \u00e9 criadora.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Velha Inf\u00e2ncia foi um projeto sobre a mem\u00f3ria, sobre o tempo. Um projeto que trouxe ao presente o tempo em que os mais velhos foram crian\u00e7as.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Uma exposi\u00e7\u00e3o ficou patente durante uma temporada no P\u00e1tio da Casa da Mem\u00f3ria e foi inaugurada para comunidade com uma encena\u00e7\u00e3o criada com _s participantes.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">A extens\u00e3o da liga\u00e7\u00e3o da Casa da Mem\u00f3ria ao territ\u00f3rio aconteceu tamb\u00e9m al\u00e9m dos seus port\u00f5es, para chegar at\u00e9 \u00e0 vizinhan\u00e7a, \u00e0s lojas do com\u00e9rcio tradicional, abertas a todas as pessoas que quiseram entrar.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Com o <b>Cat\u00e1logo po\u00e9tico de produtos \u201c\u00fanicos\u201d do com\u00e9rcio tradicional de Guimar\u00e3es (2021)<\/b>, de Marina Pal\u00e1cio, desenhou-se um percurso, uma vis\u00e3o, em torno daquilo que faz dos espa\u00e7os comerciais aut\u00eanticos lugares de mem\u00f3ria e de encontro.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">Para acompanhar com voz diferentes luzes e lugares bonitos de fim de tarde dentro da Casa da Mem\u00f3ria, Ant\u00f3nio Fontinha foi convidado para <b>Entardecer com Contos (2021)<\/b>, em tr\u00eas momentos ao longo do ano.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">Este projeto recuperou o patrim\u00f3nio de narra\u00e7\u00e3o oral em Guimar\u00e3es, inicialmente levantado num projeto anterior. Narradores locais juntaram-se a estes ser\u00f5es \u2013 Joaquim Teixeira e Raul Pereira \u2013 cujas vozes poder\u00e3o agora para sempre serem encontrados num lugar que \u00e9 n\u00e3o para olhos, mas para ouvidos \u2013 o Reposit\u00f3rio da Casa da Mem\u00f3ria.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Como rela\u00e7\u00e3o longa em torno da paisagem sonora, surgiu <b>Dar Corda \u00e0 Casa (2022)<\/b> e, mais tarde, <b>Dar Rufo \u00e0 Casa (2022)<\/b>, que partiram de O Colecionador de Sons (2020), de Daniel Pereira Cristo, a quem outros artistas se uniram \u2013 Paulo Capela e M\u00e1rio Gon\u00e7alves.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Estes dois projetos juntaram na Casa da Mem\u00f3ria pessoas e instrumentos, em cria\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o sonora, valorizando a mem\u00f3ria, o patrim\u00f3nio e a tradi\u00e7\u00e3o em torno de cordofones e de percuss\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Pergunta ao Tempo \u00e9 atualmente assumido como um projeto art\u00edstico de interpreta\u00e7\u00e3o patrimonial. Um projeto que procura originar a descoberta na comunidade de elementos patrimoniais para a reinterpreta\u00e7\u00e3o de cada um dos n\u00facleos expositivos permanentes da Casa da Mem\u00f3ria. Ao longo de um ano letivo, desenvolvem-se estrat\u00e9gias de pesquisa, recolha e documenta\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio cultural do territ\u00f3rio, na sua materialidade e imaterialidade, e inspiram-se momentos de cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica, numa rela\u00e7\u00e3o de proximidade com crian\u00e7as, fam\u00edlias, professor_s e comunidade local.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Desta experi\u00eancia, para al\u00e9m de visitas e oficinas, resulta uma exposi\u00e7\u00e3o final com cria\u00e7\u00f5es art\u00edsticas compostas por objetos, hist\u00f3rias e testemunhos, nos mais diversos formatos, que coabitam e dialogam com o pr\u00f3prio espa\u00e7o museol\u00f3gico da Casa da Mem\u00f3ria.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Pergunta ao Tempo foi um projeto absolutamente marcante na defini\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o da unidade de Educa\u00e7\u00e3o e Media\u00e7\u00e3o Cultural d\u2019A Oficina e merece nesta edi\u00e7\u00e3o da <i>Veduta<\/i> um destaque especial, sob a forma de artigo. Este projeto continua a ser uma fonte de inspira\u00e7\u00e3o e, concomitantemente, o que de mais pr\u00f3ximo a um laborat\u00f3rio de ideias podemos ter.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">\u00c9 um lugar onde podemos desmistificar o que \u00e9 <i>o conhecimento<\/i>, o que \u00e9 <i>a cultura<\/i>, na rela\u00e7\u00e3o com as pessoas.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Numa busca de diletantismo, a interven\u00e7\u00e3o da EMC, com o Pergunta ao Tempo, passa por proporcionar experi\u00eancias de encontro suscet\u00edveis de gerarem questionamento, reflex\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Mais que, com as crian\u00e7as, pesquisar, recolher e documentar o patrim\u00f3nio cultural da nossa comunidade, sobretudo pretende-se refletir sobre as formas como o pensamos, representamos e tratamos, instigando assim uma atitude interpeladora e questionadora perante a aprendizagem, perante o mundo, perante aquilo que faz o nosso quotidiano em casa e na rua. Todos os momentos de encontro e de discuss\u00e3o despertam a reflex\u00e3o, a an\u00e1lise, a argumenta\u00e7\u00e3o, a formula\u00e7\u00e3o de ideias, a gest\u00e3o de opini\u00f5es e o sentido cr\u00edtico. Aqui pensa-se sobre o pensamento. Fazem-se perguntas (ao tempo) e nem todas precisam de resposta.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Esperamos que esta vis\u00e3o em torno da programa\u00e7\u00e3o da Casa da Mem\u00f3ria, entre meados de 2020 e final 2022, seja reveladora da motiva\u00e7\u00e3o em tornar este espa\u00e7o como um espa\u00e7o de tod_s.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">A Educa\u00e7\u00e3o e Media\u00e7\u00e3o Cultural d\u2019A Oficina assumiu a miss\u00e3o de expandir a Casa da Mem\u00f3ria e constitu\u00ed-la como espa\u00e7o de transforma\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a cultural e social. Na EMC acreditamos que este lugar \u00e9 mat\u00e9ria modific\u00e1vel, na corporeidade &#8211; como \u00e9 t\u00e3o-somente uma \u00e1rea expositiva &#8211; e na incorporeidade, muito para l\u00e1 do que se v\u00ea. E isso faz-se com pessoas e institui\u00e7\u00f5es da comunidade.<b> <\/b><\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Acreditamos que o acesso a programas art\u00edsticos, como os que aqui se apresentaram, pode ser motor de espa\u00e7os de liberdade de pensamento e de cria\u00e7\u00e3o conjunta, onde n\u00e3o h\u00e1 verticalidades de conhecimento e de cultura. E achamos que isso s\u00e3o momentos de verdadeira transforma\u00e7\u00e3o nas pessoas.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">Porque uma Casa \u00e9 um lugar onde estamos junt_s e onde tod_s temos algo a dizer e a fazer.<\/p>\n<p class=\"p6 indent\">Esta Casa continua a ser feita pelas mesmas paredes, telhados, janelas e portas. Mas quem por aqui passa deixa algo.<\/p>\n<p class=\"p4 indent\">_s habitantes desta Casa, foram pessoas de todas as idades, de todos os locais e com distintas habilidades e vontades.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">Neste lugar temos esse poder.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">O poder de fazer as coisas e as pessoas se encontrarem.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">N\u00e3o devemos apenas manter estas portas abertas e esperar.<\/p>\n<p class=\"p1 indent\">H\u00e1 que ir bater a outras portas para convidar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma Casa \u00e9 um lugar para habitar &nbsp; Esta Casa \u00e9 feita de paredes, telhados, janelas e portas. Tem salas, cozinha e p\u00e1tio. S\u00f3 falta o quarto. Porque at\u00e9 cama e enxoval j\u00e1 tem. 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