{"id":585,"date":"2022-11-29T19:43:28","date_gmt":"2022-11-29T19:43:28","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/veduta16\/?page_id=585"},"modified":"2022-12-13T14:25:43","modified_gmt":"2022-12-13T14:25:43","slug":"pergunta-ao-tempo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/pergunta-ao-tempo\/","title":{"rendered":"Pergunta ao tempo"},"content":{"rendered":"<p>Encetar uma an\u00e1lise dos primeiros cinco anos do projeto \u201cPergunta ao Tempo\u201d, da Casa da Mem\u00f3ria de Guimar\u00e3es, revelou-se um duplo, mas estimulante, desafio: por um lado, pelas caracter\u00edsticas do projeto e do seu percurso desde a origem, no ano letivo de 2016\/2017, podendo ser instigador de um estudo na linha de investiga\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o Patrimonial; por outro lado, pelas suas particularidades, pois embora se trate de um projeto dinamizado por uma entidade ligada \u00e0 educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o formal, este dirige-se ao publico escolar, nomeadamente \u00e0s turmas do 4.\u00ba ano do 1.\u00ba ciclo do ensino b\u00e1sico, dos agrupamentos escolares do munic\u00edpio de Guimar\u00e3es, realizando-se ao longo do ano letivo e suscitando uma articula\u00e7\u00e3o\/parceria enriquecedora entre as duas \u00e1reas.<\/p>\n<p class=\"indent\">Durante o processo de recolha de informa\u00e7\u00e3o produzida pela Casa da Mem\u00f3ria para o planeamento, concretiza\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do programa do \u201cPergunta ao Tempo\u201d em cada um desses cinco anos letivos (2016\/17 a 2020\/21), para posterior an\u00e1lise e avalia\u00e7\u00e3o do desenvolvimento do projeto, objeto da presente investiga\u00e7\u00e3o, procedeu-se a uma revis\u00e3o de literatura ao n\u00edvel da linha de investiga\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o Patrimonial, nomeadamente no que respeita a programas relacionados com o patrim\u00f3nio cultural imaterial, mas sem esquecer a materialidade dos objetos e espa\u00e7os que lhe est\u00e3o sempre inerentes, e a sua rela\u00e7\u00e3o com a educa\u00e7\u00e3o com o patrim\u00f3nio e para o patrim\u00f3nio, num sentido mais lato.<\/p>\n<p class=\"indent\">A presente pesquisa, no sentido de uma fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e metodol\u00f3gica de um estudo com enfoque no projeto \u201cPergunta ao Tempo\u201d, permitiu, ainda, constatar a exist\u00eancia de trabalhos de mestrado (Marques, 2018) e de doutoramento (Siebert, 2019), que inclu\u00edram uma an\u00e1lise de atividades realizadas no \u00e2mbito do projeto, sobretudo no segundo ano da sua implementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"indent\">\u00c9 de notar, ainda, que os dois \u00faltimos anos letivos objeto de an\u00e1lise neste estudo (2019\/2020 e 2020\/2021) coincidiram com a pandemia de Covid-19 e, tal como aconteceu com as institui\u00e7\u00f5es culturais e educativas, e em muitos outros setores, os constrangimentos relacionados com os confinamentos prolongados, sobretudo a partir de mar\u00e7o de 2020 e entre janeiro e abril de 2021, refletiram-se tamb\u00e9m no projeto \u201cPergunta ao Tempo\u201d e suscitaram novas adapta\u00e7\u00f5es nos procedimentos, acompanhamento e apresenta\u00e7\u00e3o de trabalhos. Assim, a an\u00e1lise de cada um dos cinco anos objeto da presente investiga\u00e7\u00e3o tem em aten\u00e7\u00e3o as mudan\u00e7as e perman\u00eancias que se verificam ao longo das v\u00e1rias fases\/anos de implementa\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encetar uma an\u00e1lise dos primeiros cinco anos do projeto \u201cPergunta ao Tempo\u201d, da Casa da Mem\u00f3ria de Guimar\u00e3es, revelou-se um duplo, mas estimulante, desafio: por um lado, pelas caracter\u00edsticas do projeto e do seu percurso desde a origem, no ano letivo de 2016\/2017, podendo ser instigador de um estudo na linha de investiga\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o &hellip; <a href=\"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/pergunta-ao-tempo\/\">Continued<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"templates\/tpl-artigo.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-585","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.11 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Veduta 16<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/veduta.aoficina.pt\/16\/pergunta-ao-tempo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Veduta 16\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Encetar uma an\u00e1lise dos primeiros cinco anos do projeto \u201cPergunta ao Tempo\u201d, da Casa da Mem\u00f3ria de Guimar\u00e3es, revelou-se um duplo, mas estimulante, desafio: por um lado, pelas caracter\u00edsticas do projeto e do seu percurso desde a origem, no ano letivo de 2016\/2017, podendo ser instigador de um estudo na linha de investiga\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o &hellip; 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